...diante de tantas idas e vindas(ô...e como fomos e voltamos) ouvi a narração entusiasmada de como um casal começara a namorar.
Toda a história. Do começo ao fim. Detalhe ricos, apaixonados, historietas engraçadas. Fiz até parte dessa história.
E lembrei de como eu contava também a MINHA HISTÓRIA. Como tinha sido, os detalhes ricos, desde os pequenos olhares até o 1o beijo sob a chuva num domingo de abril.
E a minha história...a nossa...eu...constatei que não conto mais. Acho que porque mal lembro de tê-la ouvido sendo contada pela outra protagonista.
Longe de mim exigir que seja contada...é só uma constatação de como gostamos(gosto/gostava) de contar como tudo começou... e que se não houver um feedback nisso perdemos o gosto de fazê-lo.
O feedback que falo é justamente a vontade que a pessoa tem de contar a história também.
Os detalhes que não lembramos...o modo de como a pessoa viu o fato...
Enfim...o chute para fazer o gol logo após o cruzamento.
(ou pelo menos o chute para fazermos o gol)
2 comentários:
Cada qual conta de um jeito, do seu jeito. Já a reescrevi centenas de vezes e a narrei para outros além de ti, que mesmo sem ler, quando não estás por perto, a gente se lembra e diz. Já que é pra escancarar, eis-me aqui.
Isso não é um jogo, mas já que insistes. A recíproca é verdadeira na medida do possível. Quantas vezes eu já passei a bola para que também fizesses o gol? Confirme o que sempre diz, a não espera, as vindas com espontaneidade.
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