quinta-feira, novembro 30, 2006

Quando o carteiro chegou e o meu nome gritou, com a carta na mão...


Hoje, com os e-mails, ficou esquecido o hábito de escrever missivas. Mas quem escreve e recebe cartas, sabe a emoção de chegar em casa e descobrir que o carteiro deixou algo melhor que contas e malas diretas. Cartas escritas à mão, transmitem toda a emoção do remetente. É mais que um documento, é uma parte de alguém que se tem nas mãos. Atualmente, me correspondo com 4 amigos: 3 que estão em outros estados e com uma amiga que mora também em Fortaleza. Parar, pegar folha e caneta e discorrer sobre sentimentos... Aguardar dias para receber a resposta... Ler a emoção que saí do papel... Um meio de comunicação de ritmo mais lento, menos imediato mas em compensação mais intenso e arrebatador... Escreva uma carta. Não tenha medo, não há fórmula correta. Escreva uma carta e saberá do que estou falando.

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