terça-feira, setembro 26, 2006

Brilho eterno de uma mente sem lembranças


Sinopse:

Joel (Jim Carrey) e Clementine (Kate Winslet) formavam um casal que durante anos tentaram fazer com que o relacionamento entre ambos desse certo. Desiludida com o fracasso, Clementine decide esquecer Joel para sempre e, para tanto, aceita se submeter a um tratamento experimental, que retira de sua memória os momentos vividos com ele. Após saber de sua atitude Joel entra em depressão, frustrado por ainda estar apaixonado por alguém que quer esquecê-lo. Decidido a superar a questão, Joel também se submete ao tratamento experimental. Porém ele acaba desistindo de tentar esquecê-la e começa a encaixar Clementine em momentos de sua memória os quais ela não participa.


Um filme excelente! Fiquei pensando se eu tivesse a oportunidades de apagar determinadas lembranças, se eu o faria... Cheguei a conclusão que não, porque minhas lembranças são registros de quem sou hoje. Talvez não sejam as lembranças o problema e sim os sentimentos que elas desencadeiam. Se for possível modificar o sentimento, a lembrança não oferecerá perigo, não causará dor. Se como no filme você ama alguém que não te ama, então ao invés de apagar as lembranças que você tem com essa pessoa (afinal, deve ter momentos bons), o melhor é desassociar as lembranças do sentimento amor. Não é fácil, mas quem disse que era?
Isso me fez pensar em outra coisa (tenho esse hábito de pensar em algo e isso me leva pra outra questão e outra... alguns chamam de "viagem", eu chamo de "reflexão" ), mas fica pra outro post.

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